Tipos de cupins

Tipos de cupiNS: Conheça os principais e saiba como identificá-los

Tipos de cupins, somente no  Brasil são cerca de 300 tipos diferentes desse bichinho que muitas pessoas confundem com formigas de asas, principalmente na época de revoada temporada de cupim (geralmente no verão). Além disso existem espécies de outros países que podem aparecer por aqui.

Uma boa parte desses cupins se adaptam às áreas urbanas. A situação é tão comum que há uma estimativa de que 30% das construções em São Paulo já tenham sofrido com infestações por parte desses bichinhos.

Pela grande quantidade de casos relacionados ao cupim é importante aprender quais os tipos de cupins estão sendo encontrados em nossas residências, para então poder lidar com a situação de forma correta, aqui você vai conhecer classes, origem e curiosidades relacionadas a essa praga urbana.

 

Isoptera é uma Subordem inserida na Ordem Blattodea no qual englobam os cupins que são insetos eussociais (baratas sociais). São denominados termites ou cupins (no Brasil),[2] térmite ou térmita (em Portugal), salalé (em Angola)[3] e muchém (em Moçambique).[4] Com cerca de 2 800 espécies catalogadas no mundo, esses insetos são notórios pelos prejuízos econômicos que causam como pragas de madeira e de outros materiais celulósicos, ou ainda como pragas agrícolas, apesar de apenas cerca de 10% das espécies conhecidas de cupim possuir estas características.

Em número de espécies, a ordem Isoptera deve ser considerada intermediária entre os insetos; já em termos de biomassa e abundância, os cupins apresentam enorme significância e podem ser comparados às formigasminhocasmamíferos herbívoros das savanas africanas ou seres humanos, por exemplo, e estão entre os mais abundantes invertebrados de solo de ecossistemas tropicais. Esta grande abundância dos cupins nos ecossistemas, aliada à existência de diferentes simbiontes, confere, a estes insetos, a possibilidade de desempenhar papéis como o de “super decompositores” e auxiliares no balanço carbononitrogênio (Higashi & Abe, 1997).

A maioria das espécies de cupins vive nas regiões tropicais e subtropicais, com algumas poucas se estendendo até latitudes mais elevadas, raramente além de 40o norte ou sul. Mais espécies de cupins podem ser encontradas num único hectare de floresta tropicalou de savana do que em toda a América do Norte e Europa juntas. Cupins podem chegar facilmente ao nono andar de um prédio.

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Que tipo de insetos são os cupins ?

Os cupins são insetos hemimetábolos, com metamorfose gradual, aparelho bucal mastigador e ortopteroides. Muito vinha sendo discutido a respeito das relações internas dentro de Dictyoptera, inclusive se a ordem Isoptera deveria ou não continuar sendo utilizada, já que um gênero de baratas que vivem em madeira (Cryptocercus) é filogeneticamente mais próximo dos cupins do que das demais baratas.[8][9][10] Desta forma, as baratas seriam um grupo parafilético, mas também poder-se considerar os cupins como uma epifamília (denominada Termitoidae[11]) dentro de BlattariaBlattaria = outras baratas + (Cryptocercus + Termitoidae).[12]

A classificação mais recente divide a Sub-ordem Isoptera em onze famílias[13]:

  • Cratomastotermitidae faz parte de um grupo fóssil (em âmbar) encontrado no Brasil, com claras características morfológicas de proximidade com as baratas-da-madeira.
  • Mastotermitidae possui atualmente um único representante vivo, na Austrália (Mastotermes darwiniensis); ainda guarda várias características em comum com as baratas-da-madeira, inclusive a simbiose com as Blattabacterium spp; esta simbiose é posteriormente perdida pelos grupos posteriores de cupins.

tipos de cupins

Mastotermes darwiniensis

Abaixo começa o clado EUISOPTERA[14]:

Abaixo começa os NEOISOPTERA[15]:

  • Stylotermitidae
  • Os Rhinotermitidae são, na maioria, subterrâneos e se alimentam de madeira. Alguns deles são pragas importantes.
  • A família Serritermitidae, até recentemente, era constituída de uma única espécieSerritermes serrifer, que ocorre apenas no Brasil. Novas evidências, no entanto, indicam que Glossotermes oculatus, espécie da Amazônia previamente incluída em Rhinotermitidae, também pertence a Serritermitidae.

Acima estão as famílias que compreendem os “cupins inferiores”, que apresentam protozoários simbiontes do Filo Metamonada; essa “classificação” tem carácter parafilético.

  • Termitidae é bastante diversificada, e compreende cerca de 85% das espécies de cupins conhecidas do Brasil e mais de 70% das espécies de cupins no mundo; são os chamados “cupins superiores”; diferentes de todas as outras famílias, não possuem os flagelados simbiontes[16] e tudo indica que também produzem celulase em quantidades maiores que as outras famílias.[17] Dentre os Termitidae, alguns são comedores de madeira, de folhas, de húmus, e também cultivadores de fungo (e que não ocorrem no Brasil); muitos constroem ninhos grandes e complexos.

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Termiteiro em Chiuanga, na beira moçambicana do lago Niassa

Os ninhos, em muitas espécies, constituem os chamados cupinzeiros ou termiteiros. São montes de forma aproximadamente cilíndrica que podem atingir até nove metros de altura. São feitos de uma pasta de terra, fragmentos de madeira, excrementos e saliva produzida pelas próprias térmitas.

Para se deslocarem à superfície protegendo-se dos seus predadores (formigasaves, etc.) e evitar a luz do sol, constroem, com grande rapidez, túneis em que usam o mesmo tipo de pasta.

No Brasil, são encontradas apenas as famílias: KalotermitidaeRhinotermitidaeSerritermitidae e Termitidae.

Simbiose

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Mixotricha paradoxa, simbionte do Mastotermes darwiniensis

Como acima mencionado, a família de cupins Mastotermitidae e a família de baratas-da-madeira Cryptocercidae possuem em comum a simbiose com as Blattabacterium spp, que é comum à todas as baratas (com exceção de um único gênero). Essa bactéria fabrica aminoácidos a partir de dejetos nitrogenados do hospedeiro. Por conta dessa importante relação com simbiontes, que se inicia nas baratas e toma rumos surpreendentes na história evolutiva dos cupins, alguns pesquisadores defendem que essa relação simbiótica foi fundamental para grandes eventos na evolução de Isoptera.[18]

Além das Blattabacterium, os cupins (com a única exceção dos Termitidae) possuem simbiose com flagelados do Filo Metamonada, mais especificamente dos clados OxymonadidaCristamonadea e Trichonymphea.[19] Pesquisadores sugerem que essa relação simbiótica foi a origem da eussociabilidade dos cupins; uma vez que eles perdem os flagelados quando realizam ecdise, apenas por realizarem trofalaxia é que os recuperam, sendo assim necessário que o obtivessem de terceiros.[20]

Essa relação simbiótica permitiu aos especialistas produzirem co-cladogramas dos seres simbiontes (sejam as bactérias, sejam os flagelados) que são por vezes idênticas aos cladogramas dos próprios hospedeiros.[21][22]

Colônia de cupim

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Dejeto de cupim ao canto de uma mesa de madeira

Todos os cupins são eussociais, possuindo castas estéreis (soldados e operários). Uma colônia típica é constituída de um casal reprodutor, rei e rainha, que se ocupa apenas de produzir ovos; de inúmeros operários, que executam todo o trabalho e alimentam as outras castas; e de soldados, que são responsáveis pela defesa da colônia.

Existem também reprodutores secundários (neotênicos, formados a partir de ninfas cujos órgãos sexuais amadurecem sem que o desenvolvimento geral se complete), que podem substituir rei e rainha quando esses morrem, e que, às vezes, ocorrem em grande número numa mesma colônia. Os membros da família Kalotermitidae não possuem operários verdadeiros, sendo esse papel desempenhado por ninfas (pseudo-operários ou “pseudergates”) que retêm a capacidade de se transformar em alados ou soldados.

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Existem também cupins desprovidos de soldados, como é o caso de todos os representantes neotropicais da subfamília Apicotermitinae. Mas alguns cupins possuem dois ou três tipos de soldados, sempre de tamanhos diferentes, e às vezes morfologicamente tão distintos que poderiam passar por espécies diferentes.

A dispersão e fundação de novas colônias geralmente ocorre num determinado período do ano, coincidindo com o início da estação chuvosa. Nessa época, ocorrem as revoadas de cupins alados (chamados popularmente de aleluiasararás (do tupiara’ra: ‘espécie de formiga’), cupinssililuiassiriruias[23] ou siriris), dos quais alguns poucos conseguem se acasalar e fundar uma nova colônia.

As espécies mais conhecidas de colônias são aquelas que formam aglomerados de terra, conhecidas no Brasil como cupinzeiros, são extremamente nocivos para imóveis e materiais feitos em madeiras, porém as colônias mais comuns no meio urbano são as dos chamados cupins de madeira seca, que se instalam dentro de móveis e peças de madeira, sem criar estruturas externas, por isso podem passar anos despercebidos.

Cupins como alimento dos nativos das Américas

Os cupins, assim como outros invertebrados serviam como fonte de alimento para os ameríndios.[24]

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Castas do cupim

Indígenas do noroeste amazônico incluiam em suas dietas os cupins. Os cupins também eram adicionados aos seus alimentos e desempenham o papel de sal, uma vez que apresentam sabor salgado.[25] Os índios Desâna e outras etnias, das margensdo rio Uaupés e seus afluentes, coletavam os insetos enfiando um funil feito de folha de bananeira-brava (Heliconia spp.) no orifício do cupinzeiro.[26][27] Muito apreciados eram uns cupins amarelos que eram comidos vivos ou assados após saírem dos buracos em dias de chuva. Outro tipo, sem asas, era ingerido de maneira semelhante.[27]

Os índios Enawenê-nawê, do Mato Grosso, consumiam o cupim subterrâneo do gênero Syntermes após colocá-lo em recipiente com água e depois removendo-o e o aquecendo levemente sobre um prato de cerâmica levado ao fogo. A coleta era feita introduzindo vareta fina nas galerias e olheiros. Os insetos ferroavam a vareta e nela ficavam presos. Para coletar cupins do gênero Nasutitermes que constroem ninhos em troncos de árvores, primeiro era feita a identificação da espécie para saber se era comestível.

Para isto, quebravam pequena porção de um dos túneis que saiam do ninho e se dirigiam para outras partes da árvore. A seguir esfregava o dedo na secção quebrada e, pelo odor, sabia se o inseto podia ser comido. Em caso positivo era feito andaime ao longo do tronco até atingir o ninho.

Este era quebradoado e as partes que caiam no chão eram esmigalhadasadas em tabuleiro de madeira. Adultos e pupas eram recolhidos em folhas de palmeiras colocadas abaixo do tabuleiro e nelas empacotados. Posteriormente era feito um espeto com os pacotes. O pacote era levado ao fogo e os insetos ficavam prontos para o consumo.[28]

Os Maué do estado do Amazonas embrulhavam os cupins em folha de bananeira e os secavam no moquém para posterior ingestão.[29][30] Índios do rio Negro apreciavam ao menos três espécies de cupins, por eles chamados de maniuara, exkó e buxtuá e que eram ingeridos crus ou assados.[30] tipos de cupins

Indígenas do Departamento de Vaupés, na Colômbia, também consumiam cupins.[29]

Bom agora que você já sabe a origem do cupim, você precisa saber que existem três tipos principais de cupins urbanos no Brasil. São essas espécies que causam os maiores transtornos e ocorrem de forma mais comum, portanto oferecemos o serviços de descupinização em osasco, barueri, cotia, alphaville, granja viana, santana de parnaiba, itapevi, itapecerica da serra, guarulhos, mairinque, ibiuna, jundiai, são roque, campinas, morumbi, jandira, santana, descupinização no interior de são paulo,  varias regiões do estado de são paulo.

Agora saiba como identificar cada tipos de cupins:

CupiM de Madeira Seca

Já viu aquele bichinho comumente chamado de “Aleluia” ou “Siriri”?

Esses são parte de um dos tipos de cupins mais comuns no Brasil, os cupins de madeira seca.

Eles são bem conhecidos e durante o começo da primavera é muito comum ver eles voando próximo de lâmpadas e locais iluminados.

As aleluias nada mais são do que os cupins de madeira seca machos. Quando eles estão voando por ai, eles estão procurando lugares para criarem novas colônias e não há nada que eles gostem mais do que madeira seca.

Ou seja, eles atacam muitos móveis e estruturas de madeira.

Mesmo não possuindo um ataque muito agressivo e colônias pequenas, ainda é preciso tomar cuidado com eles e tomar as medidas necessárias para evitar uma possível proliferação.

Cupins Subterrâneos

Os cupins subterrâneos são bem mais complicados que os de madeira seca.

Eles são mais agressivos e possuem uma sociedade muito mais organizadas. A sua presença em um local é caracterizado pelos famosos cupinzeiros de terra.

Esses tipos de cupins, como o próprio nome já diz, vivem em baixo da terra, procurando madeira para se alimentar.

Eles podem se alojar em madeira, couro, tecidos, papéis e alguns deles podem até mesmo se alojar dentro de concreto, comprometendo toda a estrutura de alvenaria de uma casa.

Lajes, fundações, radier e paredes podem ser vítimas desses bichinhos. Sem mencionar cabos de eletricidade e telefônicos.

Eles tem uma adaptabilidade enorme em estruturas urbanas, podendo se aninhar em diversos locais e comprometer importantes estruturas.

Os zangões dessa espécie possuem asas como os cupins de madeira, porém eles possuem uma diferença bem visível.

Os zangões subterrâneos possuem duas veias em suas asas, com poucas transversais. Os cupins de madeira seca possuem três veias e muitas transversais. Essa é a principal forma de identificar um zangão.

Cupins Coleópteros – Carunchos ou Brocas

Esse é um dos tipos de cupins mais expressivos do mundo. Eles representam quase 40% de todas as espécies de cupins já catalogados em todo o planeta.

A maior parte dessa espécie se alimenta de madeira, já outra parte se alimenta de cereais como arroz, milho e feijão.

Eles são o tipo mais fácil de ser identificados e eliminados, pois eles colocam seus ovinhos na superfície da madeira “sem esconder eles”.

O problema é depois que as larvas nascem, pois elas se alojam dentro da madeira sem fazer perfurações e sem deixar rastros de infestação.

É nesse momento que essa espécie é a mais perigosa, pois na fase de larva eles se alimentam da madeira, danificando toda a estrutura de onde estão alojados.

Identificou algum dos tipos de cupins citados aqui e precisa dar um jeito neles? Ligue agora e consulte-nos sobre o nosso serviço de descupinização.

Os cupins são insetos capazes de trazer muito transtorno e problemas para muitas residências. Principalmente as que possuem móveis de madeira. Existem vários tipos de cupins e cada tipo possui características próprias.

Essas criaturinhas não devem ser subestimadas, pois elas podem acabar com móveis, estruturas e em alguns casos até mesmo colocar uma casa inteira no chão.

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CURIOSIDADES SOBRE O CUPIM

Os cupins alados (‘swarmers’) são frequentemente confundidos com formigas, webspinners, certos besouros e ocasionalmente tesourinhos primeiro os alados possuem um pronoto distinto bem desenvolvido, dois pares de asas (mais ou menos) iguais, que se destacam ao longo de uma sutura, isso deixa para trás dois pares de ‘escalas de asa’ as asas são alongadas e se estendem significativamente em comprimento, muitas vezes sendo igual ao dobro do comprimento do cupim.
Nossa área; aumenta a diversidade em direção às latitudes meridionais, com Termitida e compondo predominantemente a diversidade no Sudoeste enquanto Kalotermitidae e Rhinotermitidae no Sudeste.Portanto no Canadá, os cupins são encontrados na Colúmbia Britânica, no sul de Alberta, em Winnipeg Manitoba e no sul de Ontário.
No mundo todo; a diversidade aumenta em direção ao equador e a diversidade máxima é equatorial (metade dessa diversidade cai entre 18 ° N e 30 ° S) 5 )
O registro oficial dos cupins de latitude norte e sul é de 54 ° N e 48 ° S. Esses registros são mantidos por Zootermopsis angusticollis e Porotermes quadricollis, respectivamente. 6 ) 78 )

 

Habitat
Todos os cupins vivem em colônias.
O tamanho da colônia e o tamanho do ninho podem variar. As térmitas podem ser classificadas em três tipos diferentes de nidificação: nidificação de uma única peça (Grupo ), ninhos intermediários (Grupo II) e nidificadores de peças separadas (Grupo III).
O nidificação de uma única peça envolve indivíduos que se aninham dentro da sua alimentação (madeira) e, por outro lado, não saem da referida madeira, ninhos intermediários aninham-se dentro de sua comida (madeira), mas também forrageiam para procurar mais comida para se aninhar, ninhadores separados não se aninham dentro de seus alimentos e devem deixar seu ninho e forrá-los para encontrá-los.
Tipos de cupins #1: Archotermopsida e Grupo I aninhamento. Esses cupins são cupins com comportamento primitivo e rigorosamente húmidos. Ao contrário da maioria dos cupins, sua diversidade aumenta longe do equador. Eles costumam ocupar habitats montanhosos com temperaturas mais baixas e climas úmidos (ou seja, as montanhas do norte da Índia, Japão e oeste da América do Norte).
Tipos de cupins #2: Kalotermitidae Principalmente Grupo I de nidificação. A maioria das espécies desta família são de madeira úmida, madeira seca ou infestam a madeira viva os membros são os mais especializados em nidificação de peças únicas, deixando muito pouca evidência de sua existência. Os sedimentos acumulados / fecais acumulados são acondicionados em câmaras não utilizadas e / ou são expelidos através de orifícios de “expulsão”, que é tipicamente como as infestações são identificadas.
Tipos de cupins #3: Rhinotermitidae Principalmente Grupo II e Grupo III. Espécies tipicamente constroem redes difusas de solo nas quais elas se alimentam e usam para acessar fontes de alimento, construções adicionais podem incluir montes brutos e estruturas semelhantes a “tubos de lama”, nas quais são usadas para forragear acima do solo, ao mesmo tempo que protegem contra predadores e condições desfavoráveis.
Tipos de cupins#4: Nidificação do Termitidae Principalmente do Grupo III. Sua diversidade aumenta drasticamente para regiões mais quentes. Sem paralelo na diversidade, estas espécies têm dietas e comportamentos tão variados, eles são responsáveis ​​pelos impressionantes cupinzeiros e outras estruturas vistas em outras partes do mundo.
Na América do Norte, as espécies nativas (principalmente as Termitinae, distribuídas principalmente para os desertos e pradarias do sudoeste e do Texas) são mais conhecidas por incrustar vegetação para se alimentar ( Gnathamitermes ). Eles são de natureza subterrânea e raramente encontrados por humanos, nem representam uma preocupação econômica. Pouco se sabe de sua biologia.

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Temporada

Na América do Norte, os cupins são mais ativos em épocas correspondentes à chuva e ao calor, o desencadeamento do comportamento de enxameação e enxameação é bastante variável, até mesmo ao nível da população normalmente, no entanto, correspondem a temperaturas crescentes, chuva, uma combinação ou não.

Comida

As térmitas se alimentam de material orgânico, contendo principalmente celulose os cupins são divididos entre os chamados “cupins inferiores” e “cupins superiores”, também conhecidos como Termitidae, os Termitidae perderam os protozoários (flagelados) associados aos cupins.
Em vez disso, eles possuem um intestino altamente compartimentado e, além disso, uma fauna intestinal altamente diversificada composta de bactérias e archaea, embora os cupins possam ter surgido por volta de 150MYA, os Termitidae são relativamente recentes. 5 ) Acredita-se que a perda dos flagelados simbióticos permitiu-lhes explorar novos nichos e portanto, explodir em diversidade.
Conseqüentemente, os Termitidae são conhecidos por se alimentarem de líquen, solo, húmus, serapilheira, grama, várias raízes e madeira. Alguns são até mesmo inquilinos que se alimentam do material de ninho de outros cupins e outros oportunisticamente reviram carniça. A subfamília Macrotermitinae evoluiu para cultivar fungos, semelhantes a formigas em crescimento de fungos .
Os cupins inferiores incluem as demais subfamílias, todos eles possuem flagelos simbióticos, que por sua vez possuem bactérias simbióticas. Com exceção dos cupins de harvester (Hodotermitidae) todas as outras famílias dentro predominantemente se alimentam de madeira e materiais lenhosos (isto é, raízes de árvore).
Ciclo da vida
Tipos de cupins, todos são eusociais . Ao contrário de outros grupos eusociais (ex: formigas , Apidae , Vespidae ), os cupins não possuem genética haplodiplóide , e tanto os machos quanto as fêmeas mantêm a colônia. * Em comparação com as formigas, alguns tipos de cupins possuem uma variedade de castas .
Em geral, no entanto, as castas de cupins consistem em três grupos principais: reprodutores, trabalhadores e soldados.
Reprodutivos
Os cupins têm uma variedade de formas reprodutivas, mas eles podem ser separados em dois grupos: primários e secundários (neotênicos). A maioria, se não todos, possui uma casta reprodutiva primária, referida como alate (ou imago). Estes são os indivíduos alados e dispersos que encontraram novas colônias. Ao contrário das outras castas, elas não são neotênicas .
Neotênico adulto – igual em desenvolvimento para os alados (swarmers), às vezes idêntico às vezes sem qualquer pigmento.
Os cupins inferiores geralmente produzem os dois primeiros, os cupins mais altos tipicamente produzem nenhum ou um dos dois últimos.
Trabalhadores (tipos de cupins)
A maioria dos cupins possui algo parecido com uma casta operária. Enquanto isso implicaria que eles fazem todo o trabalho, um ditado mais aplicável seria a maioria da colônia. Existem dois tipos principais de trabalhadores: pseudergates (ou falsos trabalhadores) e verdadeiros trabalhadores.
Os pseudérgicos são essencialmente juvenis e retêm a plasticidade do desenvolvimento, e podem ou não trabalhar em graus variados. Verdadeiros trabalhadores são uma casta estéril especializada em realizar o trabalho de colônia. Gêneros geralmente possuem um ou outro.
Soldados (tipos de cupins)
Os soldados são talvez a casta de cupins mais onipresente e distinta, sendo encontrados em todas as espécies, apenas para ser perdido recentemente em certos cupins mais altos (principalmente os Apicotermitinae, embora três gêneros Termitinae australianos também os tenham perdido), os soldados possuem anatomia e morfologia altamente modificadas (particularmente na cabeça) adaptadas para defesa de colônias. Caracterizado tipicamente por suas mandíbulas bem desenvolvidas e uma cabeça pigmentada.
Muitos cupins (particularmente os Neoisoptera) também desenvolveram uma variedade de defesas químicas empregando várias glândulas, mas os soldados não podem alimentar-se e devem confiar nos trabalhadores e, portanto, são considerados um fardo para a manutenção da colônia.
* Algumas espécies são conhecidas por serem capazes de fazer patogênese , com uma minoria capaz de estabelecer colônias inteiras assexuadamente.

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VOCÊ SABIA ?

Você sabia que existe uma grande demanda de serviço de caça vazamento em, no estado de são paulo, conheça abaixo as 15 regiões com problemas de vazamentos: OsascoBarueriCotiaJandiraEmbu das ArtesItapeviGuarulhosPiritubaTaboão da SerraAlphavilleTamboréGranja vianaItapecerica da serraCarapicuiba e São Paulo , segundo uma pesquisa realizada recentemente, muitos pesquisam por encanador 24 horas, mais o correto quando se tem acréscimo na conta e o vazamento não é visível, devemos procurar por caça vazamento.

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